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15 anos do Fundo Amazônia: Fundos Comunitários Entrega Carta de reivindicações para ministra


Os 15 anos do Fundo Amazônia foram lembrados nesta segunda-feira (07/08) em Belém do Pará. Ministros, representantes estrangeiros e sociedade civil fizeram um balanço do período e falaram das perspectivas para os próximos anos.


Durante a cerimônia, a Rede de Fundos Comunitários da Amazônia entregou para a diretora do BNDES, Tereza Campêlo, a “Carta da Rede de Fundos Comunitários Pela Autonomia dos Povos Da Amazônia”. A Carta foi escrita por representante de sete Fundos: Fundo Babaçu, Fundo Dema, Podáali, Fundo Indígena do Rio Negro (FIRN), Fundo Luzia Dorothy do Espírito Santo, Fundo Mizzi Dudu e Fundo Puxirum.


LEIA A CARTA:



Carta_A4-2_01 (1)
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O Fundo Amazônia foi criado em 2008 para arrecadar dinheiro e investir na prevenção, no monitoramento e no combate ao desmatamento na Amazônia Legal, frente às mudanças climáticas. Noruega e Alemanha são os principais doadores, mas outros países, como Estados Unidos, França, também querem participar. A gestão é feita pelo BNDES, o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social.


Com recursos do Fundo Amazônia, o Fundo Babaçu abriu edital para apoiar projetos socioambientais de quebradeiras de coco babaçu nos estados do Pará, Tocantins e Maranhão. São R$ 1,6 milhão para apoiar até 20 projetos na Amazônia Legal e áreas de babaçuais.



Para o estado do Pará (que não está localizado na área da Amazônia, mas integra o MIQCB), o Fundo Babaçu destinou R$ 220 mil reais para apoiar até 7 projetos socioambientais. O edital conta com apoio financeiro não reembolsável da Fundação Ford. Ao todo, o Fundo babaçu destinou R$ 1.820.000,00 para projetos socioambientais.


Desde 2009, o Fundo Amazônia recebeu aproximadamente R$ 3,3 bilhões em doações, sendo 93,8% provenientes do governo da Noruega, 5,7%, do governo da Alemanha e 0,5%, da Petrobras. Já foram apoiados 102 projetos, que alcançam todos os estados da Amazônia Legal, sendo 6 fora do Bioma, e abrangem desde o suporte a ações estruturantes do Governo Federal (IBAMA, INPE, SFB) até projetos com comunidades tradicionais e indígenas e projetos diretos com governos estaduais da região.

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