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Reconhecimento e homenagens a dona Dijé

16-Sep-2018

Centenas de manifestações de pesar pelo falecimento de Dona Dijé. O MIQCB agradece pelas manifestações de pesar e carinho encaminhadas pelas  instituições e amigos e amigas de dona Dijé. Nos eventos realizados no momento da notícia do falecimento da líder quilombola e quebradeira de coco babaçu também foram várias as homenagens. Entre as organizações que se manifestaram: Terra de Direitos, Geledes, Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares, Articulação dos Povos Indígenas do Brasil APIB, Comissão Brasileira Justiça e Paz, JusDH, THEMIS, Fórum Justiça, Coletivo Margarida Alves, Plataforma para Reforma do Sistema Político entre outras.

 

A homenagem do MIQCB é para a mãe e avó, dona Dijé. Em um dos raros momentos que ela parava em casa, o carinho era dedicado à família, principalmente aos netos. Ela com o netinho Téo, nascido em agosto. Para sempre Dijé! Dijé presente! 

 

 

Acompanhe algumas notas:

 

Ministério do Meio Ambiente

 

O Ministério do Meio Ambiente recebeu, com grande tristeza, a notícia da morte de Maria de Jesus Ferreira Bringelo, a Dona Dijé, líder quilombola das Quebradeiras de Coco Babaçu, que há poucos dias, em justo reconhecimento, tomou posse no Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais.

 Quebradeira de coco babaçu no Maranhão, Dona Dijé sempre lutou, ao lado de outras lideranças, pelos direitos de indígenas, quilombolas, ciganos, seringueiros, extrativistas. Foi uma das fundadoras do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu, que busca o reconhecimento da luta dessas mulheres pela qualidade de vida no campo.  Hoje, as quebradeiras fazem parte do Comitê Gestor do Plano Nacional de Fortalecimento das Comunidades Extrativistas e Ribeirinhas (Planafe) e do Conselho de Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT), no qual Dona Dijé foi empossada como conselheira no dia 11 de setembro. O que nos consola são as sementes plantadas por dona Dijé, tão profundas, que certamente irão germinar entre os povos tradicionais e no coração de todos as brasileiras e brasileiros.

 

Ministério dos Direitos Humanos  

 

O Ministério dos Direitos Humanos, por meio da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), lamenta profundamente o falecimento da liderança quilombola Maria de Jesus Bringelo, a dona Dijé, e manifesta solidariedade aos familiares. Ela  honrou o Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais e deixará seu exemplo de luta social e por igualdade de raça e gênero. Mulher negra, quilombola, fundadora do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu — grupo formado por mulheres extrativistas do Maranhão, Tocantins, Pará e Piauí —, partiu na noite desta quinta-feira (13), vítima de infarto fulminante, nos deixando muitas lições de amor, trabalho, militância e humanidade. “A gente sonhou tanto tempo com este momento e hoje agradeço por estar acordada vivendo este grande dia”, disse Dona Dijé, emocionada, na ocasião da posse.

 

GOVERNO DO MARANHÃO

SECRETARIA DE ESTADO DA IGUALDADE RACIAL

CONSELHO DE IGUALDADE RACIAL DO MARANHÃO

 

O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Igualdade Racial (SEIR) e do Conselho Estadual de Igualdade Racial (CEIRMA), lamenta o falecimento da senhora Maria de Jesus Bringelo, conhecida como Dona Dijé, vítima de infarto fulminante, ocorrido nesta sexta-feira (14), as 5 horas da manhã, no quilombo Monte Alegre, em São Luis Gonzaga - MA.

Dona Dijé foi grande liderança quilombola e uma das fundadoras do Movimento Interestadual de Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB), e teve uma presença marcante nos movimentos sociais de luta por direitos das mulheres quebradeiras de coco babaçu do Maranhão, Pará, Tocantins e Piauí, na defesa dos territórios quilombolas e da preservação da biodiversidade.

Foi conselheira estadual de igualdade racial, participando ativamente de debates sobre a política de promoção da igualdade racial do Maranhão.

Dona Dijé será velada na comunidade quilombola de Monte Alegre.

 

Fundação Ford

 

É com imenso pesar que a Fundação Ford recebeu a notícia do falecimento de Dona Dijé. Dona Dijé foi uma guerreira, que sabia ser forte e incisiva, mas sem nunca perder a ternura. Como liderança do MIQCB, Dona Dijé participou de muitos encontros organizados pela Fundação Ford, e contribuiu diretamente para que a fundação priorizasse o apoio às mulheres do campo. Dona Dijé também levou sua experiência a outras regiòes e movimentos no Brasil e mundo, sempre demonstrando uma enorme generosidade para com todas e todos. Mulher, quilombola, quebradeira de coco, foi e será, um grande exemplo para todos nós! Deixamos nossas mais sinceras condolências à família e ao movimento por esta inestimável perda.

 Átila Roque, Diretor

Aurélio Vianna, e toda a equipe da fundação Ford

 

Instituto Nupef

 

É com imenso pesar que o Instituto Nupef recebe a notícia do falecimento de dona Dijé, a Maria de Jesus Bringelo, mulher negra, quilombola, quebradeira de coco babaçu.  Tivemos a oportunidade de conhecer a força e luz de d. Dijé em um encontro em São Luis, em dezembro de 2017, quando iniciamos um diálogo sobre a criação de redes comunitárias de comunicação em comunidades das quebradeiras de coco babaçu. 

Dona Dijé era uma grande liderança entre as quebradeiras, um símbolo de coragem e resistência. Sob ameaças há bastante tempo em decorrência de sua luta pelos direitos das mulheres, dos quilombolas, dos indígenas, por comunidades tradicionais e pelo acesso livre ao território, o coração não aguentou e d. Dijé faleceu vítima de infarto fulminante.  Dois dias antes, d. Dijé havia sido empossada no Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais e dado a seguinte declaração: “A gente sonhou tanto tempo com este momento e hoje agradeço por estar acordada vivendo este grande dia”. É, d. Dijé, que bom que a senhora estava acordada vivendo esse dia tão importante para os povos tradicionais - sua vida e luta serão honradas por esse movimento tão forte e vivo que é o das quebradeiras de coco babaçu, quilombolas e indígenas. O Instituto Nupef solidariza-se com a família e as companheiras de luta de d. Dijé neste momento de dor e de tristeza, na certeza de que as sementes por ela plantadas produzirão frutos bonitos e resistentes. Seguimos juntos nessa luta. 

 

 

OAB/MA – Comissão de Direitos Humanos

 

A Comissão de Direitos Humanos da OAB Maranhão vem manifestar seu profundo pesar pelo falecimento de Maria de Jesus Bringelo, d. Dijé, uma das mais importantes lideranças de comunidades tradicionais do país. O falecimento ocorreu esta madrugada, no território Monte Alegre, em Sāo Luís Gonzaga-MA.

D. Dijé era uma histórica coordenadora do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB) e fez de sua vida uma luta profunda em defesa da vida de milhares de mulheres protetoras dos babaçuais no Brasil. Aos familiares nossa solidariedade.

É com imensa tristeza que recebemos a notícia do falecimento na noite desta quinta-feira (13/09) de Maria de Jesus Bringelo, Dona Dijé. Mulher negra, quilombola, lutadora, quebradeira de côco babaçu, Dona Dijé era membro do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Côco Babaçu (MIQCB) e do CNPCT – Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais.

 

Museu do Cerrado

 

Nós, Museu do Cerrado, sentimos a perda da Dona Dijé que foi um exemplo de garra, persistência e ternura. Que cada um de nós possamos continuar com o seu legado. http://museucerrado.esy.es/?p=3461

 

FIAN Brasil

 

A partida de Dona Dijé acontece três dias após a realização do sonho, como ela mesma disse, de ver a posse do CNPCT, mecanismo que ela lutou pelo reconhecimento e da qual fazia parte. Por outro lado, seu adeus repentino e inesperado também nos coloca em alerta, mais uma vez, para o grave cenário de retrocessos econômicos, sociais e políticos que vivemos em nosso país e da necessidade urgente de lutarmos ainda mais por justiça e igualdade.

Além da saudade, Dona Dijé deixará seu exemplo de força e luta aguerrida em defesa dos territórios e pelos direitos de quem neles vivem. Os territórios são espaços de ser e para Dijé eles eram também espaços de luta e liberdade!

À família e companheiras e companheiros de vida e luta, nossa solidariedade!

Dona Dijé PRESENTE, PRESENTE, PRESENTE! FIAN Brasil

 

Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional CONSEA/MA

 

É com muito pesar que o Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional CONSEA/MA lamenta a partida de uma grande guerreira, A companheira Maria de Jesus Ferreira Bringelo (Dijé) como era conhecida fazia parte da luta dos quilombolas e quebradeiras de coco na MIQCB. Força aos familiares e amigos.

 

CAA/NM

 

Foi com imensa tristeza que recebemos a notícia da morte de Maria de Jesus Ferreira Bringelo, a Dona Dijé. Uma grande mulher, quilombola, quebradeira de coco babaçu e lutadora das comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas que faleceu hoje aos 70 anos, vítima de um infarto. Um referencial como ser humano, que por onde andou semeou esperança, sabedoria e soube fazer suas escolhas, apontando caminhos de que é possível sim, construir uma sociedade mais justa, fraterna e igualitária. 
Para Sr Braulino Caetano dos Santos, diretor do CAA/NM, ela foi uma “grande companheira nas caminhadas e lutas. Para mim ela não morreu. Ela é uma semente que foi semeada para gerar muitos frutos para os nossos territórios”. Os dois estiveram juntos na última reunião do Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT), momento em que ela foi empossada como conselheira dos povos e comunidades tradicionais.


CGN/DGM Brasil

 

“Uma pessoa sonhadora, lutadora, partiu hoje para outra vida, deixando um profundo sentimento de tristeza. Os nossos profundos sentimentos de pesar. A nossa solidariedade em nome do CGN/DGM Brasil. Dona Dijé vai deixar muitas saudades”, declara Srewe da Mata, representante indígena do Comitê Gestor Nacional do DGM Brasil. “Quilombola, conselheira, amiga e sábia, mãe de todos nós da comissão nacional. O sonho dela era ver a posse do CNPCT e Deus deu a ela a oportunidade, e de passarmos estes três dias juntas. Com muita dor no coração, nós do CGN lamentamos essa grande perda”, acrescenta Lucely Pio, representante quilombola do CGN e grande amiga de Dona Dijé.Dona Dijé sempre nos encorajou a lutar pelo dia que nossos territórios serão livres. Como ela mesma falava “Nós queremos o território para nascer, viver, germinar e morrer”.

“Uma pessoa sonhadora, lutadora, partiu hoje para outra vida, deixando um profundo sentimento de tristeza. Os nossos profundos sentimentos de pesar. A nossa solidariedade em nome do CGN/DGM Brasil. Dona Dijé vai deixar muitas saudades”, declara Srewe da Mata, representante indígena do Comitê Gestor Nacional do DGM Brasil. “Quilombola, conselheira, amiga e sábia, mãe de todos nós da comissão nacional. O sonho dela era ver a posse do CNPCT e Deus deu a ela a oportunidade, e de passarmos estes três dias juntas. Com muita dor no coração, nós do CGN lamentamos essa grande perda”, acrescenta Lucely Pio, representante quilombola do CGN e grande amiga de Dona Dijé.

Dona Dijé sempre nos encorajou a lutar pelo dia que nossos territórios serão livres. Como ela mesma falava “Nós queremos o território para nascer, viver, germinar e morrer”.

Dijé presente!

 

Mulheres Trabalhadoras de Alcântara

 

O MOVIMENTO DE MULHERES TRABALHADORAS DE ALCÂNTARA, o SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS AGRICULTORES E AGRICULTORAS FAMILIARES DE ALCÂNTARA-MA, e o MOVIMENTO DOS ATINGIDOS PELA BASE ESPACIAL DE ALCÂNTARA, por meio da presente nota manifestamirrestrita solidariedade, neste momento de dor, aos familiares, a comunidade quilombola de Monte Alegre, município de São Luiz Gonzaga/MA e ao Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB) em função da intempestiva passagem da liderança Maria de Jesus Ferreira Bringelo. Dona Dijé, como é carinhosamente conhecida, deixa seu legado de sabedoria ancestral e firmeza na defesa dos povos da floresta, dos povos e comunidades tradicionais, em especial, dos povos quilombolas e quebradeiras de coco babaçu do Brasil, do Maranhão e do Mundo. Uma mulher negra, cuja sabedoria e serenidade nos ensina a mantermo-nos erguidos na defesa dos nossos territórios ancestrais. A trajetória de Dona Dijé também é nossa, e como tal, nos dá a irrenunciável tarefa mantê-la viva para nós, nossos filhos e nossos netos. Que nossa ancestralidade o receba com o conforto e serenidade que ela nos Ela nos ensina. Dona Dijé Presente!!

Alcântara, 14 de setembro de 2018.

 

Rede Cerrado

 

Sabe aquela pessoa que você sempre quis conhecer por ouvir falar tão bem dela? Pois é. Assim foi pra mim com a dona Maria de Jesus Bringelo – a dona Dijé: uma mulher que te arrebatava pela força das palavras e te acolhia com a doçura do olhar. Pela generosidade das deusas e do Criador do universo, tive a oportunidade de encontra-la e poder desfrutar de sua companhia por dois dias tão intensos. Foi no seminário nacional de comunidades e povos tradicionais, realizado em julho deste ano, no quilombolo Monte Alegre(MA), terra de dona Dijé. Emocionei-me muito naqueles dias porque pude sentir a forte energia que emanava da organização e articulação das mulheres quebradeiras de coco babaçu. A liderança de Dona Dijé era natural e irradiava luz. Quanta clareza nas palavras! Que estonteante capacidade de analisar a realidade! Quanta serenidade, sensatez e efetividade em suas propostas! A força da ancestralidade, da resistência e da luta tinham se personificado em dona Dijé. E eu estava ali, extasiada com tanta emoção. Minha profunda gratidão ao universo!

Fui para o encontro com mais duas lideranças do PAE Lago Grande (STM/PA), e mais três lideranças do baixo Tocantins que foram acompanhadas pelo meu colega Lourenço. E lá fiquei pensando: precisamos levar essas mulheres quebradeiras de coco babaçu para fazer um intercâmbio com as mulheres do PAE Lago Grande. Elas precisam se encontrar. Queria muito que as outras companheiras tivessem a mesma oportunidade de sentir o que eu estava sentindo. De aprender e trocar experiência de vivências e luta com dona Dijé e as demais quebradeiras de coco. Quem sabe essa oportunidade se estabelece numa parceria com MIQCB. Dona Dijé partiu. Mas, a sua força, sua coragem, sua luz permanecerão nas suas companheiras do MIQCB e em todas as pessoas, especialmente as mulheres, que tiveram a dádiva que conviver por uns dias, ou pela vida toda, com essa guerreira que quebrou coco, quebrou cerca, quebrou a maldade do latifúndio, quebrou o machismo, quebrou o racismo e tantas outras formas de injustiças e desigualdades.

Que a semente que dona Dijé plantou seja regada, cuidada e nutrida pela nossa luta, pois como disse ela no encerramento do seminário "eu existo porque alguém antes de mim resistiu. Eu existo porque alguém antes de mim insistiu e foi lá plantar.".

DIJÉ, PRESENTE! SEMPRE!

 

Fase/PAE

 

Em nome da Fase e das lideranças do PAE Lago Grande, nossos abraços e sentimentos a todas as companheiras do MIQCB, amigos e familiares de dona Dijé.

 

CPT/MA

 

A CPT/MA se solidariza com os familiares de dona Dijé e com o MIQCB. Dona Dijé esteve conosco no lançamento do Caderno de Conflitos no Campo no dia 20/06/18. Falou de suas raízes e das lutas de sua comunidade e das mulheres quebradeiras de coco babaçu. Falou da relação profunda e íntima que seu povo tem com seu território, mas também falou dos desafios e dos conflitos. Dona Dijé, com seu jeito delicado, paciente,  observador e voz mansa que até hoje soa delicadamente em nossos ouvidos, tinha pressa para ver livre os territórios sagrados de povos e comunidades tradicionais. Essa mulher negra que rompeu barreiras, mãe amável de abraço afável levou nossas vozes e clamores a lugares distantes. Dona Dijé continuará presente todos os dias em nossas lutas. Um abraço carinhoso para a família e para todas as mulheres de fibra do MIQCB.

 

Nota de Pesar / Deputado Estadual Bira do Pindaré/MA

 

Recebo, com enorme tristeza, a notícia do falecimento de Maria de Jesus Bringelo, a Dijé. No meu coração, guardo a gratidão por tê-la conhecido e aprendido com os seus ensinamentos. Mulher negra, quilombola, quebradeira de coco e uma grande líder, dona Dijé dedicou a vida à luta em defesa dos povos e comunidades tradicionais. Uma mulher maranhense, filha da terra e mãe palmeira para admirar e inspirar essa e futuras gerações.

Minha solidariedade plena aos seus familiares e ao Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu. Descanse em paz, mãe palmeira!

Dijé, presente!

 

Padre Clemir - ex-coordenador da CPT MA

 

"Dona Dije´ se Encantou na Mata de palmeiras de babaçu, agora é força certa na luta de tantas mulheres que continua o caminho de libertação de seus territórios. A memória de dona Dije´ é a certeza de sua presença viva entre nós. Força aos amigos neste momento."Mensagem enviada por Padre Clemir, ex-coordenador da CPT MA.

 

Associação Nacional de Preservação do Patrimônio Bantu(ACBANTU), 

 

“Eu (re) existo porque alguém antes de mim (re) existiu”

Dona Dijé.

A Associação Nacional de Preservação do Patrimônio Bantu(ACBANTU), vem a público por meio deste manifestar o seu imenso pesar, pelo falecimento de Dona Dijé (Maria de jesus Bringelo), Mulher Negra, integrante do Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT),liderança quilombola que nos deixou no ultimo dia 13.09 ( quinta-feira). Ela que foi modelo de mulher, de luta e resistêsistencia, deixa para nós muitos exemplos para a vida, agradecemos a Nzambi por ter tido a oportunidade de conhecê-la e poder partilhar de suas experiências em terra. Deixamos aqui nosso sinceros sentimentos a toda sua familia e Comunidade. Da fididi Fafá kenê. "Deus a tenha no Reino da glória".

 

 

 

 

 

 

 

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