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MIQCB participa da roda de conversa com Silvia Federici, ativista feminista, que lança livro em São Luís nesta semana

 

“A caça às bruxas nunca terminou, mas as mulheres também nunca deixaram de resistir”, Silvia Federici.  Em resistência, o Fórum Maranhense de Mulheres, entidades acadêmicas e políticas realizam duas grandes atividades  em São Luís (MA), com a presença de Silvia Federici, escritora, professora emérita da Universidade Hofstra, em Nova York e ativista feminista.

 

Na próxima quinta-feira (10), às 17h, será realizada uma aula magna seguida de debate, no auditório de História da UEMA. O Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB) participa dessa mesa por meio da liderança Rosenilde Gregório. Ela falará sobre a resistência e luta pelo acesso livre ao território e a reafirmação feminina nesse contexto. “Será um momento único de muita troca de saberes fortalecimento do ser mulher”, enfatizou.

 Na sexta-feira,  (11), às 18h30, acontece o lançamento do livro “O Ponto Zero da Revolução”, no auditório do Solar Cultural da Terra Maria Firmina dos Reis, espaço político cultural do MST. Ambos os eventos são gratuitos e abertos ao público em geral.

 

A produção acadêmica de Silvia Federici está inteiramente ligada ao feminismo, destacando-se pela obra “Calibã e a Bruxa”. Se de um lado, nomes masculinos são referências nos estudos sobre as origens do capitalismo, ao longo de trinta anos de estudos Silvia representa um contraponto às narrativas dominantes, uma vez que destrincha e percorre um novo lugar, dando visibilidade ao papel da mulher durante este período.

 

Em sua nova obra, Silvia reconstrói os caminhos do feminismo e sua luta anticapitalista e anticolonialista, embasada inclusive por sua própria trajetória como intelectual engajada nas mobilizações pela valorização do trabalho doméstico por meio de salários, ainda na década de 70 e discussões sobre a apropriação da mão de obra feminina e a reprodução “dos comuns”.

 

          “As contribuições de Silvia Federici, que nos honra com sua presença nestes dois dias em São Luís, fortalece a luta feminista no mundo, e em especial no Maranhão, amplia o diálogo com os diversos setores da Sociedade e da academia desconstruindo a visão patriarcal de concepção de mundo onde as mulheres foram excluídas e alijadas dos processos de produção”, explica a coordenação do evento.

 

 

        

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